A carga total quase não se move. O que muda é tudo o que existe em volta dela: base de cálculo, classificação por item, leiaute do documento e a forma de apurar. Quem chegar em 2027 com planilha vai reconstruir a operação no meio do ano.
Classificação por NCM, CST e cClassTrib com as regras R1–R20, apontando risco e exposição em reais.
Cronograma da LC 214/2025, por setor e faixa de redução, com comparativo contra os tributos legados.
O bloco IBSCBS já é montado na emissão — CST, cClassTrib e os grupos de IBS e CBS —, pronto para ser ligado quando a SEFAZ publicar o schema.
Diagnóstico em lote sobre os XMLs da empresa, lendo NF-e, CT-e e NF3e.
Recepção da retenção no liquidante, baixa do título com o tributo já retido e contabilização automática. Acompanha a entrada da CBS em regime pleno.
Separamos o que já roda do que ainda vai rodar. Se está na coluna da esquerda, a gente mostra funcionando na demonstração.
Simular o seu casoCinco números e você vê se o regime híbrido tende a compensar. Nada é gravado.
O motor classifica item a item por NCM, CST e cClassTrib, aponta a exposição em reais e projeta a carga ano a ano. O bloco IBS/CBS já é montado na emissão da NF-e, com alíquotas em zero — que é o correto para a fase-teste de 2026, em que os valores são informativos. Quando a SEFAZ publicar o schema definitivo, é uma chave que se liga.
Do cronograma da LC 214/2025: CBS a 0,9% em 2026 e crescendo até o pleno em 2030; IBS a 0,05% até 2028 e crescendo até 2033. Os tributos legados decrescem proporcionalmente, com o ICMS extinto em 2033. As alíquotas de referência ainda dependem de fixação, então o resultado é ordem de grandeza — não apuração.
Está previsto para 2027, quando a CBS entra em regime pleno. Hoje não está implementado, e a gente prefere dizer isso a prometer.
Precisa de um sistema que classifique item a item e gere o documento no leiaute novo. O que não dá é atravessar 2027 apurando em planilha: a base de cálculo, a classificação e o leiaute mudam ao mesmo tempo.
Quer o detalhe do motor de auditoria? Está em Reforma Tributária, entre os add-ons.
O diagnóstico roda sobre os XMLs da sua empresa e devolve o risco item a item, com a exposição estimada em reais.