É a decisão que a reforma coloca na mesa de quem está no Simples, e ela não depende de adivinhar alíquota futura: depende de para quem você vende e de quanto você compra. Responda cinco números e veja o ponto de virada do seu caso.
Preencha os números ao lado. O cálculo usa a mesma régua de regime que roda dentro do produto — nada é gravado.
Por isso o problema da reforma é de apuração e de sistema, e não de alíquota — e por isso a decisão de regime precisa ser tomada antes de 2027, não depois.
Porque só o cliente pessoa jurídica aproveita o crédito que você gera. No Simples, o crédito repassado é limitado; no regime híbrido, é cheio. Se a maior parte das suas vendas é para consumidor final, esse ganho não existe — e sobra só a diferença de carga.
São elas que geram crédito de entrada no regime híbrido. Empresa que vende estoque antigo, sem comprar, fica sem base de crédito — e a migração costuma piorar o resultado.
É uma estimativa, e serve para orientar a decisão. Usa a alíquota de referência de 26,5%, que ainda depende de fixação, e premissas médias de crédito. A conta fechada depende do seu mix de produtos e da sua UF — é por isso que oferecemos o relatório completo, com um especialista junto.
A simulação não grava nada: é um cálculo sobre os números que você digitou. Se pedir o relatório, aí sim registramos seu contato, conforme a política de privacidade.
Quer entender o que o Flua faz com a reforma além da simulação? Está em Reforma tributária.