Escritório que troca de sistema costuma estar atrás de três coisas: nuvem de verdade, cliente com acesso e obrigação transmitida de dentro do sistema.
Não vamos falar pelo outro lado. Não temos como verificar o que cada sistema faz hoje, e publicar limitação alheia que talvez não seja verdade seria desonesto. O que segue são os critérios que costumam decidir a troca, e a resposta do Flua em cada um. A outra coluna, preencha com quem já é seu fornecedor — ele é quem sabe.
No Flua o lançamento financeiro já nasce escriturado em partida dobrada. Balancete, razão, DRE, ECD e ECF saem do que foi escriturado — não de uma base paralela alimentada por importação.
PGDAS-D, DEFIS e DCTFWeb são transmitidos pelo Integra Contador do SERPRO, de dentro do sistema. eSocial e EFD-Reinf são montados, assinados e enviados por rotina diária.
Multi-empresa num painel só, com cada CNPJ isolado em nível de banco. O que cada cliente enxerga é liberado por você, no Console.
Usa, com o que você liberar — é o que tira o vaivém de planilha e e-mail. Ele emite a nota e concilia o banco; você vê o lançamento já pronto para fechar.
Nuvem. Sem instalação, sem atualização por máquina, sem backup por conta do escritório.
Motor de auditoria IBS/CBS item a item, projeção de carga 2026–2033 e o leiaute IBS/CBS já montado na NF-e. O Split Payment está previsto para 2027, e a gente diz isso em vez de prometer.
Assistida pela nossa equipe, dentro do plano de escritório. Não é serviço cobrado à parte.
Os números do plano de escritório estão em Preços, e a lista completa do que é entregue ao governo em Obrigações.
Na demonstração a gente mostra funcionando o que estiver na sua lista — e diz o que ainda não fazemos, que é a parte que costuma faltar nessa conversa.